Salvador, 31/08/2026 15:27

Jornalismo ético compromissado com a verdade

Salvador

Wagner chama oposição a Jerônimo de “negacionista” e defende metrô, VLT e ponte

Foto: Ulisses Dumas
andre

Compartilhe:

google-news-follow

O senador Jaques Wagner (PT-BA) criticou nesta sexta-feira (14), durante sabatina do Grupo A TARDE, a atuação da oposição ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) e classificou o grupo como “negacionista”. Ao defender projetos de infraestrutura em andamento na Bahia, o petista citou o metrô de Salvador, o VLT e a Ponte Salvador-Itaparica.

Wagner afirmou lamentar o comportamento dos adversários e comparou a atual atuação da oposição na Bahia com sua própria experiência no campo oposicionista durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Eu fico triste com esse comportamento”, afirmou.

Segundo o senador, a oposição deve exercer um papel de fiscalização e crítica, sem buscar impedir ou desqualificar todas as iniciativas de um governo.

“O papel da oposição é criticar o que acha que está errado e não de tentar destruir. Eu nunca trabalhei assim, porque eu acho que não é assim que se trabalha na democracia”, declarou.

“Oposição negacionista”

Na avaliação de Wagner, os adversários do grupo político que governa a Bahia adotam uma postura de rejeição a projetos considerados estratégicos pelo governo estadual.

“A oposição atual ao nosso governo, ao governo de Jerônimo, é uma oposição negacionista”, afirmou.

O senador citou como exemplos o metrô, o VLT do Subúrbio e a Ponte Salvador-Itaparica.

“Eles negam o metrô, negam o VLT e negam a ponte. Eles nunca pensaram em nenhuma dessas três coisas”, disse.

Ao defender os projetos, Wagner afirmou que o metrô passou por transformações desde o período em que esteve à frente do governo baiano. Também destacou as obras do VLT e a expansão do sistema metroviário, incluindo o trecho entre a Lapa e o Campo Grande.

Defesa da ponte

Sobre a Ponte Salvador-Itaparica, o senador afirmou que o projeto enfrentou dificuldades após a licitação, realizada antes da pandemia de Covid-19. Segundo ele, a crise sanitária e a alta nos preços dos insumos contribuíram para atrasos na execução do empreendimento.

“Com a Covid, parou tudo. Além de parar tudo, quando nós voltamos à normalidade, os preços dos insumos têm subido muito”, explicou.

Wagner também mencionou discussões envolvendo órgãos de controle e as empresas responsáveis pelo projeto antes da retomada das atividades.

“Chegamos ao denominador comum e a ponte está andando”, afirmou.

Para o senador, a execução das obras deverá responder às críticas feitas pelos adversários ao longo dos próximos anos.

“Na minha opinião, vão quebrar a cara, porque as coisas vão acontecer como aconteceu o metrô”, declarou.

Ao final, Wagner defendeu uma visão de longo prazo para o desenvolvimento da Bahia e criticou o que considera uma falta de ambição no debate político sobre o estado.

“Eu acho que as pessoas pensam pequeno e eu acho que para pensar Bahia tem que se pensar muito grande”, afirmou.

andre
Jornalista com experiência nas editorias de esporte e política, com passagens pela Premier League Brasil, Varela Net e Prefeitura Municipal de Laje. Apaixonado por esportes e música.

Gostou? Compartilhe!

google-news-follow

LEIA TAMBÉM