O ex-prefeito de Cocos e pré-candidato a deputado federal Dr. Marcelo (partido não informado) intensificou o discurso de crítica ao Congresso Nacional e afirmou nesta segunda-feira (3), que a atual composição da Câmara dos Deputados não representa os interesses da maioria da população brasileira.
Para ele, o Oeste da Bahia sofre com a falta de um parlamentar que conheça a realidade da região e atue na defesa de suas principais demandas.
Durante entrevista às rádios Oeste FM e Vale FM, em Barreiras, o político afirmou que pretende ocupar esse espaço em Brasília e apresentou a candidatura como uma alternativa para ampliar a representatividade da região no Legislativo federal.
“Hoje, não temos na Câmara um deputado federal alinhado às necessidades do Oeste. E precisamos de alguém lá nos representando. Eu sou esse representante que conhece o Oeste, que conhece o povo, que gosta do povo, conhece muito bem a Esplanada dos Ministérios, o Congresso Nacional”, declarou.
Na avaliação do pré-candidato, a ausência de um representante direto da região na Câmara Federal é um problema que se repete ao longo dos anos e está relacionada, segundo ele, à forma como a política tem sido conduzida no estado.
Dr. Marcelo também direcionou críticas à atuação dos atuais deputados e senadores, classificando a legislatura em vigor como “a pior da história do país”.
Ele citou debates recentes no Congresso, como a chamada PEC da Blindagem e a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1, como exemplos de pautas que, na sua visão, não refletem as prioridades da população.
“Existem exceções, mas a maioria de deputados e senadores só votam pautas de interesse próprio ou de interesse de um grupo pequeno que eles representam. Não votam as pautas de interesse da população”, afirmou.
O pré-candidato ainda defendeu mudanças no funcionamento do Congresso e cobrou maior transparência na destinação das emendas parlamentares, que representam uma parcela significativa do orçamento público federal.
Segundo Dr. Marcelo, o resultado das próximas eleições deve refletir um desejo de renovação política. “Está na hora de fazer uma mudança profunda no Congresso. E o sentimento do povo é de que está na hora de mudar”, disse.