Salvador, 24/07/2026 11:38

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Jaques Wagner rebate críticas sobre venda de terreno: “É uma palhaçada dizer que eu tentei vender o terreno”

Jaques Wagner
Foto: Divulgação
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O senador Jaques Wagner (PT) afirmou nesta sexta-feira (24) que a venda de um terreno de sua propriedade foi concluída em 2025 e classificou como “palhaçada” as acusações de que teria tentado negociar o imóvel recentemente. Em entrevista à Rádio Indaiá FM, o petista disse que toda a operação foi formalizada, com escritura registrada e recolhimento dos tributos devidos.

Segundo Wagner, a negociação foi encerrada no ano passado, o que, na avaliação dele, desmonta as acusações divulgadas nas últimas semanas.

“Eu vendi esse terreno, recebi a entrada em maio de 2025, está tudo registrado e paguei imposto em 2025. É uma palhaçada dizer que eu tentei vender o terreno. Não tentei nada. O terreno já estava vendido, tem promessa de compra e venda e tem escritura.”

O senador atribuiu a repercussão do caso ao contexto eleitoral e afirmou que tem sido alvo de ataques por integrar a base política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Como o meu nome, infelizmente ou felizmente, é doce e essa base de apoio ao presidente Lula é muito forte, aparecem essas histórias em ano eleitoral.”

Wagner também comparou o episódio a críticas recebidas em eleições anteriores. Segundo ele, denúncias envolvendo suposto superfaturamento na construção da Arena Fonte Nova não prosperaram.

“Em 2018 inventaram também que tinha superfaturamento da Fonte Nova. Fizeram aquele estardalhaço e hoje estou com minha cabeça livre, leve e solta. Estou absolutamente tranquilo.”

O senador afirmou ainda que seu patrimônio sempre foi público durante os dois mandatos como governador da Bahia.

“Fui governador por oito anos. Todo mundo conhece a Bahia. Se eu tivesse fazenda ou patrimônio escondido, todo mundo saberia. Estou muito à vontade.”

Na entrevista, Wagner disse que seu foco está na campanha eleitoral da chapa governista.

“Estou preocupado com a campanha de Lula, de Jerônimo, a minha, a de Rui e dos nossos deputados federais.”

Ao comentar o terreno negociado, o petista afirmou que parte da área foi utilizada em uma obra pública e que não buscou indenização pela desapropriação.

“Talvez tenha sido a única obra feita na Bahia em que não houve pagamento de desapropriação. A estrada passou pelo traçado escolhido pelos engenheiros, cortou um pedaço do terreno e eu não cobrei nenhuma desapropriação.”

Por fim, Wagner voltou a sustentar que a documentação da transação comprova a regularidade da venda.

“O depósito está na minha conta, o DARF da Receita Federal foi pago sobre a entrada que recebi em 2025. É só ver a palhaçada que alguns tentam fazer em ano eleitoral.”

andre
Jornalista com experiência nas editorias de esporte e política, com passagens pela Premier League Brasil, Varela Net e Prefeitura Municipal de Laje. Apaixonado por esportes e música.

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