Ex-vice-prefeita de Candeias e pré-candidata a deputada estadual destacou a importância da mobilização feminina na Região Metropolitana para blindar os avanços governistas.
A pré-candidata a deputada estadual e ex-vice-prefeita de Candeias, Marivalda, subiu o tom em defesa do projeto político liderado pelo Partido dos Trabalhadores na Bahia. Durante o evento da base governista realizado no Hotel Wyndham, em Salvador, ela discursou sobre a necessidade de manter o alinhamento administrativo e de combater o que classificou como retrocessos representados pela oposição conservadora.
Resgatando a história política do estado, Marivalda pontuou que a alternância de poder no passado significou a superação de um modelo excludente. “Trocar de governo nós trocamos há quase 20 anos atrás, porque a Bahia era uma Bahia de atraso. Graças a Deus, a Bahia se libertou do carlismo que viveu aqui 400 anos”, declarou. A pré-candidata enfatizou que o ciclo atual precisa ser preservado: “O ciclo de desenvolvimento, ele não se encerra, ele tá acontecendo e de forma forte, se fortalecendo a cada dia”.
Diante dos desafios eleitorais na Região Metropolitana de Salvador (RMS), a petista convocou as lideranças locais a intensificarem o corpo a corpo com o eleitorado urbano. “Quem tá mais próximo da capital parece que tá tendo dificuldade de ter esse entendimento. E nós precisamos, enquanto região metropolitana, com a nossa voz… mostrar que toda a Bahia não quer mudança não, quer continuidade, porque em time que tá ganhando não se pode mexer”, pontuou.
Marivalda também colocou sua trajetória como mulher negra originária de Candeias — polo industrial de alta receita no estado — como estandarte de sua pré-candidatura para combater o avanço da extrema-direita na RMS. “Há uma ameaça muito próxima e a gente tem que sair dos locais onde geralmente habitamos… para ir pra linha de frente”, concluiu, endossando o palanque integrado por Jerônimo Rodrigues, Lula, Jaques Wagner e Rui Costa.