Deputado federal analisa desgaste da oposição e descarta o crescimento de governadores de direita na corrida nacional, apontando que todos estão com “traço”.
O cenário das candidaturas de oposição à Presidência da República sofreu abalos recentes com repercussões diretas nas articulações do eleitorado baiano. Nesta segunda-feira (15 de junho de 2026), em Salvador, o deputado federal Jonga Bacelar (PL-BA) analisou o impacto dos episódios recentes sobre a imagem de Flávio, apontado como o nome renovador do bloco, e avaliou o desempenho de outros governadores de direita no cenário nacional.
Para Bacelar, a principal força de renovação da oposição precisará superar o desgaste de denúncias recentes para se consolidar como uma alternativa viável de poder. “Do outro lado você tem o Flávio, que é a esperança, o novo, mas que sofreu um… um revés aí com esse assunto do Numaster”, destacou o parlamentar. Contudo, o deputado indicou que o cenário não está totalmente fechado para a oposição: “Que eu acho que vai recuperar também. Vai ser uma eleição disputada, palma a palma”, ponderou.
Questionado pelo repórter sobre a viabilidade de outras lideranças regionais expressivas da direita brasileira, como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Ratinho Júnior, Bacelar foi categórico e descartou qualquer protagonismo imediato desses nomes nas pesquisas atuais. Ao ser interpelado se algum desses governadores poderia decolar na disputa, o deputado limitou-se a disparar: “Olha, todos têm traço”, sinalizando a estagnação dessas pré-candidaturas perante a opinião pública brasileira.
