Salvador, 06/06/2026 17:04

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“O TCA terá um mês de shows e exijo sessões gratuitas para os operários e os mais pobres”, determina Jerônimo Rodrigues

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Governador orientou a Secretaria de Cultura a desenhar uma programação inclusiva com a presença de Gilberto Gil, estudantes da rede pública e pessoas com deficiência.

No corpo de seu pronunciamento em Senhor do Bonfim, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) revelou as diretrizes sociais que pautarão a reabertura das salas de espetáculo do Teatro Castro Alves (TCA). O gestor informou que manteve contato direto com o cantor Gilberto Gil para capitanear o festival de reinauguração e determinou que a agenda cultural quebre lógicas elitistas de acesso. O chefe do Executivo exigiu que os trabalhadores da construção civil que atuaram nos canteiros da reforma ocupem as poltronas principais nas primeiras noites de exibições teatrais e musicais.

O governador relatou as ordens expressas repassadas ao secretário Bruno Monteiro para democratizar a ocupação física do patrimônio público de arte. Jerônimo Rodrigues detalhou as frentes de inclusão social pretendidas ao asseverar: “eu mesmo liguei para Gilberto Gil pedindo que ele pudesse ir lá dar, fazer um show (…) determinei que o Bruno pudesse preparar, Cléber, uma programação primeiro para o Lula (…) mas eu também pedi que fizesse uma programação, um show para os operários da obra com seus familiares pudessem assistir, sentar naquela cadeira que eles, eles assentaram. Uma programação para pessoas com deficiência, uma programação para a rede de escola municipal, particular, estadual para a meninada ir lá para dentro”.

O líder baiano destacou que a gratuidade e a oferta de ingressos subsidiados devem fazer parte do cronograma anual do complexo para permitir a fruição cultural das famílias de baixa renda. O chefe do Executivo justificou o papel inclusivo da estrutura pública ao firmar que “pedi que a gente eh durante o período do ano a gente possa garantir entrada pública, porque às vezes tem um show ali que as pessoas pagam e nem sempre todo mundo pode ir. Mas eu pedi que pudesse ter periodicamente eventos onde as pessoas mais pobres, que não têm direito a um teatro, pudesse e possa aí eh fazer isso”.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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