Salvador, 09/02/2026 19:11

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Rosemberg Pinto reage a críticas de ACM Neto e defende caráter partidário de evento do PT

Foto: PAOP
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O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), contestou as declarações do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), a respeito da celebração dos 46 anos do Partido dos Trabalhadores, realizada no último sábado na capital baiana. A resposta foi dada nesta segunda-feira (9), durante a solenidade de posse de Josias Gomes no Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA).

Na avaliação do parlamentar petista, as críticas da oposição partem de uma interpretação equivocada sobre a natureza do encontro. Para Rosemberg, ACM Neto enxerga qualquer movimentação política sob a ótica exclusiva da disputa eleitoral. “É que ele confunde o evento eleitoral de um evento partidário. Tudo para ele é eleitoral, que a única coisa que ele sabe fazer é debater eleição”, afirmou.

Rosemberg também ressaltou que o encontro do PT reuniu de forma expressiva lideranças nacionais e estaduais, como parlamentares e dirigentes partidários, cumprindo o papel de promover debates internos e alinhamentos estratégicos. Ao ironizar a capacidade de articulação do ex-prefeito, o deputado sugeriu que o adversário enfrenta dificuldades para mobilizar até mesmo seus próprios aliados. “Natural do ACM Neto falar essas questões… é que ele não consegue reunir sequer aliados nos municípios. Imagina se o partido dele fosse fazer um encontro aqui na Bahia”, disparou.

Segundo o líder governista, a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não teve caráter eleitoral nem objetivo de mobilização de massas. O foco, de acordo com ele, esteve centrado na reflexão sobre os rumos do partido e na avaliação do projeto político em curso. “Nós estávamos discutindo um projeto do Partido dos Trabalhadores, os seus conceitos, a sua avaliação. Era muito restrito a uma discussão partidária”, explicou.

Ao encerrar, Rosemberg Pinto afirmou que as tentativas de minimizar a importância do evento revelam insegurança por parte da oposição diante da organização interna do PT e da força política do grupo que governa a Bahia. Para ele, enquanto o partido se prepara de forma estruturada para os próximos desafios eleitorais, adversários seguem sem apresentar propostas concretas ao estado. “Nós somos um partido que discute conceitos, e não apenas nomes para urnas”, concluiu.

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