Salvador, 26/04/2026 19:51

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Fátima Nunes prega harmonia entre homens e mulheres durante entrega do Selo Lilás: “Precisamos de amor e compreensão”

Fátima Nunes
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A vice-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Fátima Nunes (PT), durante a entrega do Selo Lilás a 116 organizações que promovem a valorização de mulheres no mundo do trabalho, destacou o momento como um “chamamento ao compromisso, à responsabilidade e ao respeito entre homens e mulheres”. A entrega do selo ocorreu nesta quarta-feira (18), no Centro de Operações e Inteligência (COI), na capital baiana. O Selo Lilás é concedido pelo Governo do Estado a instituições públicas, privadas e do terceiro setor que desenvolvem ações voltadas à equidade de gênero.

“[É] o chamamento ao compromisso, à responsabilidade e ao respeito que devemos ter entre homens e mulheres, que através desse selo, as pessoas do selo e nós somos diferentes na composição biológica, mas nós somos iguais nos sentimentos, no direito de trabalhar, de estar num ambiente seguro, com capacidade de desenvolver melhores nossas atividades, sem medo de ser feliz. Esse que é o nosso caminho de prosperidade na humanidade, o sentimento de amor, o sentimento de olhar que é preciso cuidar das pessoas, porque cada um de nós, no decorrer da vida, mulheres cuidam de outras mulheres, mas cuidam dos homens também”, destacou Fátima Nunes.

A deputada estadual complementou: “O homem pode perceber que ele tem um braço mais forte, uma voz mais alta, mas não grite. Vamos nos entender, o braço é forte, seja o braço acolhedor. Esse sentimento de respeito é que vai garantir a paz da sociedade. Como eu disse no meu pronunciamento, a Lei Maria da Penha é uma lei fantástica, mas ela é fruto de uma violência acontecida. Então a gente quer que a lei nem precise [ser aplicada], que os homens e as mulheres se previnam, se respeitem, se entendam, trate com aquele amor, um amor de relacionamento de uma forma, um amor de convivência em casa, um amor de convivência no trabalho, para que a gente não precise de castigo nem de punição para agressor”.

“Não precisamos de agressão, precisamos de amor e compreensão”, salientou Fátima Nunes.

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