Salvador, 29/04/2026 04:40

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Jaques Wagner aposta em renovação no comando do PT da Bahia e adia para o fim do ano discussão sobre chapa o Senado

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Jaques Wagner – Reprodução
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O senador Jaques Wagner, em conversa com a imprensa nesta quinta-feira (5), apostou na renovação da presidência do PT na Bahia com a eleição de Tássio Brito, que disputa com o ex-presidente Jonas Paulo o comando da sigla no estado. Sobre a disputa para o Senado, o parlamentar disse que a definição da situação em que há três pré-candidaturas para duas vagas deve ser definida somente no fim do ano: há os nomes dele e o de Angelo Coronel para a reeleição e o do ministro Rui Costa, que quer disputar uma cadeira em 2026.

Sobre a eleição do PT na Bahia, Wagner disse: “Pelo que eu sei, basicamente nós temos duas candidaturas, de Tássio, a de Jonas Paulo e o povo vai para a urna votar e escolher. Eu lancei junto com outras forças políticas a candidatura de Tássio, mas respeito a pretensão de qualquer um, até porque Jonas é uma pessoa antiga no partido, mas eu continuo na tese da renovação. Então, acho que Tássio corresponde bem e pode unificar o partido”, declarou o petista.

Sobre o Senado, disse o petista:

“O Senado a gente combinou com a base aliada de voltar a discutir isso só no final do ano, novembro, dezembro. Já tem as confusões suficientes. Daqui até lá a gente vai arrumar um jeito de terminar com a confusão”.

Wagner salientou que estas definições não dependem também da avaliação dos governos de Jerônimo Rodrigues e Lula. “Não tem nada a ver uma coisa com a outra. A aliança que a gente tem aqui na Bahia [com o PSD] é uma aliança histórica, eu pessoalmente acho indissolúvel, essa aliança é uma relação de amizade, é uma família política. Agora, como toda família que está crescendo, às vezes você tem que ter um trabalho, um esforço para encaixar todo mundo, mas não tem racha e não tem a ver. O presidente Lula, independente de sobe ou desce de pesquisa, que eu não me balizo por isso aí, porque eu ganhei saindo lá de trás, o Rui ganhou saindo lá de trás, o Jerônimo ganhou saindo lá de trás. O presidente Lula, em 2005, o pessoal achou que ele estava morto e ele se reelegeu em 2006. Então eu acho que tem muita gente que vai queimar a língua daqui para lá”, disse Jaques Wagner.

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