Presidenciável evitou se prolongar sobre Flávio Bolsonaro, citou o exemplo das eleições no Chile e comemorou a lei que torna Salvador a capital oficial do país no feriado.
Durante a cobertura do desfile do 2 de Julho em Salvador, o pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) demonstrou otimismo em relação à unificação da direita nas eleições deste ano. Abordado sobre os recentes atritos e movimentações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL), o ex-governador mineiro preferiu colocar panos quentes e focar no embate direto contra a esquerda na reta final do pleito.
“Ó, o que eu tinha de dizer sobre o Flávio Bolsonaro, eu já disse. E tenho certeza que no segundo turno a direita estará toda unida”, cravou Zema. Para ilustrar seu argumento, o líder do partido Novo recorreu ao cenário político internacional. “Isso aconteceu alguns meses atrás no Chile e vai acontecer aqui no Brasil” afirmou, em referência à capacidade de aglutinação dos conservadores nas urnas.
Zema também atualizou o andamento de sua própria chapa presidencial, garantindo que o nome de seu companheiro de chapa será conhecido em breve. “O vice ainda não está definido, nós estamos em conversa com diversos partidos e nas próximas semanas vamos estar anunciando quem será. Há boas perspectivas em curso”, explicou.
Ainda durante a entrevista, o presidenciável celebrou a lei sancionada que reconhece o peso histórico da Independência da Bahia. “Definitivamente, todo 2 de julho Salvador é a capital”, ressaltou.