Pré-candidato à Presidência pelo Novo avaliou alianças locais com naturalidade e sinalizou que foco principal é derrotar o petismo nacional e estadual.
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), comentou com pragmatismo a dinâmica das alianças políticas locais durante sua participação no cortejo do 2 de Julho, em Salvador, nesta quinta-feira. Questionado sobre a falta de uma contrapartida imediata de apoio por parte do ex-prefeito ACM Neto (UB), Zema minimizou os ruídos partidários.
“Bom, eu encaro com muita naturalidade as questões partidárias. O Novo, que é o meu partido, já costurou com o PL nos estados do Sul, em Goiás, em Minas foi com o PSD, e eu tenho plena ciência que o ACM também tem essas questões partidárias”, ponderou o líder mineiro, apontando que a complexidade das composições regionais faz parte do jogo político de 2026.
Zema deixou claro que a prioridade de seu grupo político transcende as costuras formais de palanque na Bahia, focando em uma convergência ideológica de oposição. “O meu apoio a ele não envolve necessariamente o apoio dele a mim. Nós estamos é juntos contra o PT aqui na Bahia e no Brasil, isso é que é importante”, concluiu.