Wesley Correia, curador da Tenda Paraguaçu, um dos dez espaços de programação da 13ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), falou sobre o encerramento do evento e o papel da literatura como ferramenta de transformação social e cultural.
“Este ano tivemos o tema ‘Ler é Massa’, que trouxe para o público discussões diversas sobre pensamento social, cultura, comportamento e mercado de livros. Conseguimos propor uma agenda ampla e diversa, contemplando o maior número de pessoas possível”, afirmou Correia.
Segundo ele, a Tenda Paraguaçu reuniu grandes nomes da literatura nacional, baiana e local, como Russo Passapusso, Rita Batista, Bárbara Carini, Manoela Dávila, Aline Midlej, o escritor palestino Atef Abu Saif e a peruana Gabriela Wiener. Também participaram poetas como Roseana Murray e Natália, além do escritor João Carlos Trevizan.
“Foi uma grande alegria reunir tantas vozes inspiradoras em encontros potentes. Concluímos essa edição com a sensação de missão cumprida, de que mais um ano a semente foi lançada e certamente teremos boas colheitas no futuro”, disse.
Wesley Correia destacou ainda a importância do apoio institucional e empresarial para a realização da Flica. “Reafirmamos o compromisso social com a leitura e a cultura, contando com o fomento do governo do estado, da Lei Rouanet, em parceria com empresas como Embasa, Petrobras e Caixa Econômica. Esse conjunto de ações nos permitiu realizar um evento de grande impacto, tanto para a comunidade de Cachoeira quanto para seu entorno”, completou.
A Flica 2025 consolidou-se como um espaço de intercâmbio cultural e literário, reunindo escritores, artistas e público de diversas regiões do Brasil e do exterior, reforçando a tradição do Recôncavo Baiano como polo de literatura e cultura.
