Salvador, 22/10/2026 11:29

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Wagner denuncia seletividade na apuração do Banco Master, rebate ataques e banca permanência de Eduardo Sodré: “Ilação da PF”

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Líder petista questionou levantamento de sigilo na véspera da convenção partidária, contrapôs com apurações paradas contra opositores e reiterou que instituição foi liquidada pelo governo Lula.

O senador Jaques Wagner (PT-BA) rebateu as citações a seu nome no inquérito que apura as operações do Banco Master durante entrevista à TV Aratu. Ao responder aos questionamentos dos jornalistas Maurício Leiro e Pablo Reis, Wagner classificou as menções como meras ilações policiais e denunciou a utilização de critérios políticos no ritmo das decisões judiciais durante o período eleitoral.

“Primeiro que a citação é uma ilação da Polícia Federal incorporada pelo ministro André Mendonça, mas até agora não tem absolutamente nada provado. Estão jogando farinha no ventilador para espalhar para todo lado. No meu caso, abriram o sigilo da investigação na véspera da minha convenção, no dia em que o presidente Lula estaria aqui em Salvador. Em contrapartida, a investigação sobre o Cavalo Preto (Dark Horse), do senador Flávio Bolsonaro, está lá desde junho e ninguém fez nada”, disparou o parlamentar.

O candidato reconstituiu a cronologia da desestatização de ativos públicos na Bahia para demonstrar a ausência de conexões com o banqueiro Daniel Vorcaro. “Nós vendemos a Cesta do Povo em março e abril de 2018; nem existia Banco Master. Esse Daniel Vorcaro tentou virar banqueiro no governo Michel Temer e por duas vezes o presidente do Banco Central da época, Ilan Goldfajn, negou autorização. Depois, o presidente Jair Bolsonaro indicou Roberto Campos Neto e, sete meses depois, ele autorizou a criação do Master. Quem liquidou o banco e mandou prender Daniel Vorcaro foi o Banco Central de Gabriel Galípolo e a Polícia Federal do governo Lula”, enfatizou.

Wagner defendeu a manutenção de Eduardo Sodré à frente da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema). “Foi corretíssima a posição do governador Jerônimo Rodrigues de manter o Eduardo. Ele não tem nada a ver com isso, nem sócio da empresa era. Se houvesse acusação de licença ambiental concedida com favorecimento, tudo bem; mas a matéria investigada nada tem a ver com a pasta dele. Não há qualquer atitude de corrupção ou desvio na pasta”, assegurou.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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