Prefeito de Salvador detalha aplicação de R$ 8 milhões em recursos próprios da Prefeitura, justifica aditivo de 25% na fundação e desafia oposição a fiscalizar obras estadiaiss paradas.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), rebateu nesta terça-feira (21) os questionamentos da oposição sobre o ritmo de execução das obras da Escola Municipal do Curralinho. Durante entrega de obras de infraestrutura no Subúrbio Ferroviário, o gestor afirmou que a nova empresa contratada via licitação cumpre o cronograma previsto e desafiou os críticos do projeto.
Bruno Reis apontou que as cobranças dos adversários desconsideram a rotina de trabalho do canteiro. “A empresa já foi contratada e precisa faturar para receber no final do mês. Tem gente lá trabalhando! Agora vocês vão lá na hora do almoço e querem contestar a quantidade de gente? Vão na hora correta! Vão agora e vocês vão ver que tem gente lá trabalhando”, declarou o prefeito, acrescentando que o contrato estipula prazo de seis meses para a entrega. “Se a empresa não performar, a gente vai tirar e botar outra”, emendou.
O gestor relembrou o histórico de entraves técnicos no terreno doado na gestão João Henrique, com inclinação acentuada. Segundo Bruno Reis, durante a fase inicial foi detectado um problema estrutural severo. “A nova fundação consumiu os 25% de aditivo legal. A antiga empresa foi ao limite e não conseguiu concluir, o que exigiu a rescisão e nova licitação”, explicou. Ele ressaltou que, além dos R$ 10 milhões captados à época com o ex-ministro João Roma, a Prefeitura aportará ao menos R$ 8 milhões de recursos próprios para finalizar a unidade.