O secretário estadual do Turismo, Maurício Bacelar, fez nesta segunda-feira (11) um balanço das atividades do setor na Bahia.
“A Bahia vive um momento bastante virtuoso na atividade turística. Pela primeira vez na história. O nosso Estado lidera o turismo nacional, seja pelos números publicados pelo IBGE, seja pelos números da ANAC, na movimentação dos nossos principais aeroportos, os números da Polícia Federal, que controla a entrada de estrangeiros no país, os números das nossas praças de pé baixo, da Associação Brasileira de Indústria de Hotéis, com alta taxa de ocupação. Isso por conta conta da liderança que o governo do Estado tem no setor turístico”, disse.
“O setor turístico é um setor transversal. Ele necessita do governo federal, do governo estadual, dos governos municipais, do trade turístico, dos empresários e da sociedade civil organizada. Aqui na Bahia, nós temos liderado estes atores e temos conseguido esses números virtuosos. É preciso que cada um faça a sua parte. O governo do Estado tem feito a sua parte”, acrescentou.
O secretário ainda minimizou o fato de Salvador ficar de fora do circuito de eventos internacionais que acontecem no Brasil.
“Ainda no ano passado nós trouxemos um grande evento internacional aqui para a Bahia. O Governo do Estado trouxe um grande evento de cultura da cultura negra com grandes nomes do cinema internacional e da música internacional. O Governo tem feito a parte dele. Cada um, como eu disse, faz a sua parte”.
Mauricio Bacelar contou ainda quais são os estímulos que o governo do Estado vem dando para atrair as companhias aereas para a Bahia.
“As empresas aéreas ainda sofrem as consequências da pandemia. Faltam aeronaves, faltam peças de reposição nas aeronaves que entram em manutenção. É por conta disso que o governo do Estado tem tido uma atenção especial com esse setor. A dependência do número de voos e de assentos que acompanha a oferta para o nosso Estado, ela vai ter uma desoneração do ICMS com o QAV. O ICMS cheio do QAV é 20%. E o combustível representa mais de um terço dos custos das companhias. Uma companhia aérea no Brasil, na Bahia, paga a taxa cheia. Quem paga mais, paga 10%”, disse.
O secretário disse ainda que o governo vem estudando a viabilidade do projeto para comprar as passagens aéreas e destinar para a população.
“Nós estamos estudando a nossa conectividade aérea regional, que é específica. Apesar da atividade ser dolarizada, no setor regional é o Real que é a receita das empresas. Por conta disso nós estamos implementando com determinação do governador Jerônimo Robles uma compra de passagens regionais para que servidores públicos, clientes da Secretaria de Saúde, estudantes ou então os que estejam no CadÚnico possam também usufruir desse programa de conectividade aérea estadual. Nós estamos ultimando os estudos e vendo a viabilidade legal do projeto”, finalizou.

