Salvador, 02/04/2026 11:47

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“Salvador tem prefeito? Abandono de UPA é símbolo do caos na Saúde da gestão Bruno Reis”, diz deputado Robinson

andre

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O deputado estadual Robinson Almeida (PT) fez duras críticas à condução da saúde pública em Salvador, após a repercussão da suspensão da oferta do serviço de avaliação vascular especializada nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital. O parlamentar responsabilizou o prefeito Bruno Reis (UB) pelo que classificou como “medida irresponsável” da Secretaria Municipal de Saúde. Ele também acusou a gestão do prefeito de “abandonar a cidade” e contribuir com o agravamento do sistema de saúde.

“Salvador tem prefeito? Bruno Reis abandonou a cidade e transformou a prefeitura em comitê eleitoral do seu chefe, ACM Neto, nomeando aliados do interior do estado”, afirmou Robinson.

Robinson destacou que a decisão da prefeitura, vai impactar diretamente o atendimento à população e pressionar ainda mais a rede estadual.

“Essa decisão tem impacto direto na vida das pessoas. É uma medida irresponsável, que penaliza quem mais precisa do serviço público de saúde do município”, completou.

Para o deputado, a situação evidencia falhas estruturais na gestão municipal da saúde, especialmente na atenção básica. Segundo ele, a falta de investimentos no atendimento preventivo tem provocado um efeito em cadeia que compromete todo o sistema.

“A saúde municipal está precária, com baixa cobertura da atenção básica, ausência de médicos e especialistas nas unidades. O prefeito não cuida do preventivo, que salva vidas ao evitar que doenças se desenvolvam. Ao interromper serviços importantes nas UPAs, ele agrava o quadro da saúde pública, sobrecarregando a média e alta complexidade”, criticou.

Além da saúde, Robinson Almeida também ampliou o tom das críticas à gestão municipal em outras áreas, como mobilidade urbana e infraestrutura.

“Salvador está abandonada pelo prefeito e isso a gente vê nas ruas. O trânsito é travado porque a prefeitura não apresenta soluções para fluidez e melhora da mobilidade, as ruas estão cheias de buracos e há lixo por todo lado. Qualquer chuva de 30 minutos já é suficiente para alagar ruas e avenidas, porque não há investimento também em drenagem pluvial”, enfatizou.

andre
Jornalista com experiência nas editorias de esporte e política, com passagens pela Premier League Brasil, Varela Net e Prefeitura Municipal de Laje. Apaixonado por esportes e música.

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