O senador Jaques Wagner afirmou que as principais intervenções viárias de Salvador foram executadas por gestões do Partido dos Trabalhadores no âmbito estadual e federal, apesar de a capital baiana ter sido administrada por grupos políticos adversários ao longo dos últimos anos.
Ao comentar a mobilidade urbana da cidade, Wagner disse que o atual funcionamento do sistema viário depende diretamente de obras realizadas durante sua gestão e de seus sucessores no governo da Bahia, como Rui Costa e Jerônimo Rodrigues.
“Salvador hoje, apesar de ter problemas de tráfego, anda graças a nós. Se não fosse a Via Expressa, a Bonocô estaria entupida de carreta e caminhão. Se não fosse as vias transversais que nós fizemos, como Gal Costa, Pinto de Aguiar, Orlando Gomes, 29 de Março, o que a gente abriu de avenida aqui, de fluxo”, disse.
O senador também citou a implantação do sistema metroviário como uma das principais entregas associadas ao grupo político, afirmando que a obra avançou após ser assumida pelo governo estadual.
“Ainda tem o metrô que estava parado na mão deles. Eles estavam na mão tendo governo estadual, federal e municipal e não andaram com aquele negócio, a gente não tinha, eu puxei para meu colo e estamos aí completando 40 km de metrô”, afirmou.
Ao ser questionado sobre o cenário político e a atuação de adversários às vésperas das eleições, Wagner adotou tom crítico e disse que o grupo governista tem mais realizações a apresentar.
“Se não fosse metrô, as vias transversais, o túnel do Alto do Cabrito, as pistas que a gente fez são tudo de cinema. Quem fez a nova rodoviária? Quem fez o saneamento? […] O portifólio deles é muito pouco, para mim é pastel de vento”, declarou.
As declarações ocorrem em meio à preparação para a disputa eleitoral, na qual o grupo aliado ao governador Jerônimo Rodrigues deve tentar a reeleição, apoiado por lideranças estaduais e federais do PT.
