O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), afirmou nesta segunda-feira (30) que a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Bahia, prevista para quinta-feira, terá como foco entregas nas áreas de habitação e mobilidade. A declaração foi dada durante agenda com o governador Jerônimo Rodrigues, em Salvador.
Ao detalhar a programação, Rui destacou a inauguração de um conjunto habitacional e a visita de Lula às obras do VLT. “Eu queria destacar o que o Padilha falou, acho importante registrar a quem tem imprensa presente. O que nós vamos fazer, eu deixo o ministério na quinta-feira, quando o presidente Lula estará na Bahia”, afirmou.
O ministro também convidou a imprensa para acompanhar a agenda e citou os investimentos em mobilidade no estado. “O presidente Lula vai inaugurar o conjunto habitacional do Minha Casa Minha Vida ao lado do Alphaville Paralela. E depois o presidente Lula vai andar no VLT, são 40 quilômetros de VLT, que se somam […] a 40 quilômetros de metrô, portanto a Bahia está em segundo lugar no Brasil”, disse.
Na sequência, Rui relativizou a capacidade de investimento do estado em comparação com São Paulo, mas ressaltou o volume de obras. “Evidentemente, a Bahia está longe de ter capacidade de recurso financeiro que São Paulo tem […] mas nós estamos em segundo lugar em volume de investimento, de mobilidade”, afirmou.
O ministro também abordou a área da saúde e criticou a situação encontrada no início do governo Lula. “São seis anos […] que não se colocou nenhuma ambulância do SAMU para entregar ao povo. Nós encontramos […] 6.500 obras paralisadas de saúde”, declarou.
Ele ainda citou a existência de serviços prontos, mas sem autorização para funcionamento. “Nós encontramos […] 4.000 contratos para postos de saúde, CAPS, […] esperando apenas a assinatura do ministro para credenciar o serviço”, disse.
Segundo Rui, a atual gestão federal regularizou esses atendimentos. “O Lula, no primeiro trimestre, já habilitou todos esses 4.000 serviços para que prefeitos e governadores pudessem rodar o serviço”, afirmou.
Por fim, o ministro defendeu a comparação entre governos como estratégia política. “Nós vamos mostrar o antes e o depois […] para que o Brasil escolha qual é o caminho que quer. Se quer obra parada ou quer obra andando”, concluiu.
