O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia, Rosemberg Pinto (PT), disse que esperava evitar um “bate-chapa” no partido para definir que sucederá Éden Valadares no comanda da sigla na Bahia. “[Lutei] Muito para que não houvesse bate-chapa. Eu perdi a minha tese internamente dentro do PT porque acabou prevalecendo duas visões de gestão do PT, que é legítimo, há uma disputa. Eu não gostaria que isso acontecesse, mas não podemos negar que nesse momento não é um bom sinal para quem vai disputar tanto o governo federal quanto o governo estadual”, disse o petista.
“Mas eu acho que vamos trabalhar agora para evitar que haja qualquer tipo de manifestação acima da institucionalidade, da regra ética e tal. São dois grandes companheiros, Tasso e Jonas Paulo, que representam posições internas do PT de forma diferente, mas isso superou essa questão das tendências, porque tem determinados agrupamentos de tendências que estão de um lado e outras tendências de outro, então superou essa dicotomia entre uma e outra composição de tendência dentro do partido. Vamos trabalhar para que não haja nenhum tipo de reflexo que possa criar aresta com a nossa caminhada de disputa do governo do Estado da Bahia e do governo federal”, salientou Rosemberg Pinto.
