O vice-prefeito de Feira de Santana e secretário municipal de Educação, Pablo Roberto (PSDB), afirmou que sua pré-candidatura a deputado federal está mantida e que pretende seguir no partido, embora condicione a decisão final à composição da chapa. A declaração foi feita na manhã desta segunda-feira (23), durante evento no auditório da CDL, no lançamento da revista Além do Palanque.
Segundo ele, as articulações políticas seguem em andamento e devem ser intensificadas nos próximos dias, dentro do prazo legal.
“Será até a data limite, estamos conversando com o prefeito, ajustando o que falta, dialogando com o partido, até dia 30 as conversas serão intensificadas no que diz respeito à composição da chapa, espero que dentro desse tempo possamos tomar as decisões no tempo correto, mas acredito que acontecerá no limite legal que a lei determina. Quero muito continuar no PSDB, é uma casa onde fui bem acolhido, criei relações com o diretório estadual e a Executiva Nacional, e não quero sair, claro que depende muito da composição da chapa, estamos trabalhando muito até o dia 5, para que possamos montar uma chapa competitiva a fim de eleger três deputados federais, isso se concretizando, tendo nomes que atinjam a quantidade de votos para eleger os deputados certamente, ficarei lá no PSDB”.
O tucano também destacou que tem intensificado agendas políticas no interior da Bahia, conciliando a pré-campanha com a gestão da Secretaria de Educação.
“Caminhando muito, em Feira temos uma agenda de trabalho muito grande, a Secretaria de Educação (SEDUC) consome bastante tempo dedicado à gestão, mas nas horas vagas, principalmente aos finais de semana, no sábado (21) e domingo (22) viajei, tenho intensificado a relação com o interior também, sabemos das dificuldades que é uma eleição para deputado federal, precisa ter tempo para conversar com as pessoas, viajar e graças a Deus tenho conseguido conciliar o tempo, feito isso com vistas a eleição deste ano”.
Ao comentar as paralisações de professores da rede municipal, Pablo afirmou que, em sua avaliação, o movimento não se justifica diante das negociações em curso entre a categoria e a prefeitura.
“São 30 dias de aula e 7 paralisações, na minha avaliação não era para estar acontecendo, uma vez que estamos neste momento com uma mesa de negociação, o prefeito publicou um decreto que instituiu uma comissão paritária com membros da APLB (Associação do Professores Licenciados da Bahia) e do governo, estamos negociando, e por isso não haveria motivação para uma paralisação neste momento”.
