Coordenador governista criticou legado de oito anos de Neto na prefeitura da capital, relembrou promessas não cumpridas de creches e ônibus climatizados e contrastou com obras estaduais.
Ao rebater os ataques recorrentes da campanha de ACM Neto à gestão estadual, Adolpho Loyola sustentou que a oposição tradicional ainda não digeriu politicamente o desfecho das eleições de 2022. Para o secretário, o confronto de projetos na Bahia carrega um forte componente de afirmação popular.
“O que de fato corrói a oposição e provoca essa dor de cotovelo constante é ver o príncipe herdeiro do carlismo derrotado nas urnas por um filho de vaqueiro, um professor que nasceu na zona rural de Aiquara e que governa para quem mais precisa. ACM Neto governou Salvador por oito anos: não construiu uma creche pública municipal, prometeu frota 100% climatizada e não entregou, e contratou apenas 23 guardas municipais em quase uma década. Sem as obras do Estado, Salvador não teria metrô, não teria as novas avenidas estruturantes e não teria a nova rodoviária”, confrontou.
Loyola concluiu pontuando que o perfil de Jerônimo representa a superação de barreiras históricas da população humilde do semiárido baiano.