O senador afirmou que empresas como a Meta têm aumentado as exigências, mas pediu agilidade dos tribunais eleitorais diante das novas tecnologias.
Durante sabatina realizada pela TV Aratu nesta quinta-feira (17), o senador Angelo Coronel (Republicanos) abordou o impacto das chamadas fake news nas eleições de 2026. O candidato à reeleição apontou que, embora as grandes empresas de tecnologia tenham fortalecido as barreiras contra a criação de perfis falsos nas redes sociais, novas modalidades criminosas, como a manipulação de vídeo e áudio por inteligência artificial (deepfake), são o verdadeiro ponto de atenção.
“Como ficou muito equipado, as grandes redes como a Meta, que é o Facebook e o Instagram, eles estão controlando mais. Então pra você abrir um perfil falso, você precisa colocar mais dados, e esses dados podem chegar ao autor dessas maldades”, explicou o parlamentar. Contudo, Coronel destacou a evolução do ardil digital: “A própria deepfake, que é o grande problema. Que a deepfake, você possa tá aqui conversando e não ser eu, por trás de uma câmera”.
O senador alertou que ainda é uma incógnita a intensidade com que os criminosos digitais operarão nas atuais eleições com essas novas ferramentas. Diante dessa incerteza, o republicano fez um apelo contundente à Justiça: “Espero também que os tribunais regionais eleitorais realmente fiquem bem atentos, e sejam ágeis na hora que alguém for se queixar”, declarou.