Deputado estadual da oposição analisa o esvaziamento do PGP pelo prefeito de Teixeira de Freitas e afirma que rompimentos por quebra de compromissos estão se multiplicando no interior baiano.
A ausência do prefeito de Teixeira de Freitas, Marcelo Belitardo (União Brasil), no Programa de Governo Participativo (PGP) promovido pelo PT no Extremo Sul baiano repercutiu na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Em entrevista exclusiva, o deputado estadual e pré-candidato a deputado federal Robinho (União Brasil) afirmou que a postura do gestor teixeirense reflete um fenômeno recorrente na relação do Executivo estadual com as prefeituras baianas.
Robinho sustentou que a quebra de acordos financeiros e contratuais por parte do Governo do Estado fragiliza os palanques governistas nas cidades do interior. “Assim como o governo finge que cumpre com o compromisso assumido, muitos prefeitos vão fingir que apoiam. O governo finge que auxilia o município com convênios ou repasses financeiros, e o político finge que apoia. O que tenho ouvido nos quatro cantos é que o governo não cumpriu. O Estado acha que é sabido e trata os prefeitos como pouco esclarecidos. É o que vai acontecer com muitos prefeitos da Bahia”, criticou o parlamentar oposicionista.