Em pronunciamento em Senhor do Bonfim, governador defendeu o cumprimento de acordos com municípios vizinhos e pediu foco nas demandas reais do povo até o pleito de 2028.
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) encerrou sua análise sobre o cenário político baiano fazendo uma defesa enfática da ética e da pacificação na vida pública. Durante entrevista no rádio em Senhor do Bonfim, o chefe do Executivo estadual conclamou as lideranças regionais e a população a deixarem as disputas eleitorais para os momentos adequados, priorizando o trabalho administrativo no presente. O gestor pontuou que as lideranças políticas do seu grupo compartilham de uma visão focada no bem-estar social e na limpeza de propósitos na administração.
Jerônimo enfatizou que os compromissos assumidos com a prefeitura local e com o consórcio de municípios serão integralmente mantidos, defendendo a união de esforços com o governo federal. O governador conclamou o adiamento das discussões político-partidárias, asseverando: “tem que ser a mão do estado, a mão da união do presidente Luiz. Esqueça a eleição, vamos tocar aqui, depois a gente pensa nisso. 28 é outro momento, tá? Se as coisas andarem bem, tudo bem. Se não, fizemos o que deveríamos fazer”.
O governador concluiu sua manifestação associando a saúde emocional dos governantes à capacidade de realizar entregas eficientes para a população. Jerônimo Rodrigues defendeu que a atividade política deve ser movida por sentimentos nobres, declarando que “esse é o conceito do Lula, do Wagner, do Rui, de Otto Alencar, do time que não pode… O coração tem que tá bom, o coração tem que tá limpo pra gente poder cuidar das pessoas. O coração quando carrega rancor não consegue resolver as coisas não, e pior, e é pior pra saúde da pessoa. Então meu coração tá zerado”.
