Articulador governista apontou contradições no discurso oposicionista sobre saúde do funcionalismo e destacou acordo com entidades sindicais que reduziu custos para servidores estaduais.
A defesa do patrimônio público e da assistência à saúde do funcionalismo estadual esteve no centro das manifestações de Adolpho Loyola ao comentar as promessas de ACM Neto sobre o Planserv. Loyola advertiu o eleitorado sobre a agenda de desestatizações associada ao grupo do candidato do União Brasil.
“ACM Neto agora promete mundos e fundos sobre o Planserv, mas o funcionalismo municipal de Salvador lembra perfeitamente do que ele fez na prefeitura: pegou o plano de saúde próprio dos servidores municipais e entregou para o Hapvida sob imensos protestos da categoria. Essa turma tem vocação para privatizar. Se eles assumirem o governo, vão privatizar a Embasa e extinguir a Cerb. Ao contrário deles, nós enfrentamos o problema do Planserv sentando à mesa com os sindicatos, aportamos mais recursos do tesouro e garantimos que 150 mil servidores que ganham menos passem a pagar mensalidades menores do que pagavam antes”, garantiu o dirigente.
Loyola assegurou que o equilíbrio financeiro do Planserv continuará sendo tratado como prioridade de Estado, preservando seu caráter público e solidário.