A distribuidora tem o objetivo de acelerar obras para seguir suportando o desenvolvimento econômico da Bahia
O desenvolvimento econômico da Bahia acontece de maneira exponencial, com características específicas em cada região. Ciente da sua responsabilidade para impulsionar este crescimento, a Neoenergia Coelba planeja investir R$ 13,3 bilhões nos próximos quatro anos para seguir atendendo as necessidades do estado e dos seus mais de seis milhões e meio de consumidores.
A Neonenergia Coelba, representada pelo seu diretor-presidente, Thiago Guth, esteve presente na Assembleia Legislativa da Bahia, na manhã desta terça-feira (5/3), apresentando o plano de investimentos até 2027 e reforçando o compromisso da distribuidora com o Estado.
“Nós revisamos os nossos processos e dinamizamos as estruturas internas para acelerar as mudanças que identificamos serem necessárias. Somos a distribuidora que mais investe no Brasil e seguiremos compromissados com o desenvolvimento econômico da Bahia”, destacou Thiago Guth.
O incremento no investimento começa de imediato. Em 2024, a distribuidora irá aportar mais de R$ 3 bilhões. O valor será utilizado para impulsionar a execução de obras e de importantes programas de caráter social, como o Luz para Todos. A Neoenergia Coelba tem o maior programa de eletrificação rural da América Latina, que em 2023 realizou 205 mil ligações, levando energia a mais de meio milhão de baianos.Os mais de R$ 13 bilhões que serão investidos até 2027 também serão direcionados a aumentar a oferta de energia na
Bahia para impulsionar a atividade econômica, em especial o agronegócio. A Neoenergia Coelba irá construir ou expandir 71 subestações em locais estratégicos do estado, levando em consideração as necessidades específicas de cada região.Por conta dos investimentos, os principais indicadores que medem a qualidade do fornecimento de energia atingiram o melhor resultado da história em 2023. A duração média na interrupção de energia foi de 10,70 horas. Já a frequência, ou seja, o número médio de vezes em que houve interrupção no fornecimento, foi de 4,97 vezes. Foi o sexto ano consecutivo que os índices são melhores que a meta definida pela Aneel.

