Ex-ministro esclareceu que sua ligação com empresário cita-se estritamente à produção agrícola e lembrou que instituição financeira nem se credenciou na Caixa durante sua gestão.
O ex-ministro da Cidadania e pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), rebateu categoricamente, nesta quinta-feira (13), na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), em Salvador, matérias jornalísticas que tentaram vincular sua imagem a operações do Banco Master por conta de contratos com um sócio seu. Roma explicou a natureza exclusivamente agropecuária do empreendimento em conjunto e rechaçou qualquer favorecimento público.
Roma detalhou que possui uma empresa voltada à agricultura irrigada na Bahia. “Eu tenho, sim, uma sociedade com Alfredo, que é meu amigo, e nós produzimos nessa nossa sociedade, numa empresa rural chamada Fruta da Chapada, tem endereço certo. Nos dedicamos à agricultura irrigada e à pecuária. A sociedade com ele se restringe a isso. Ele tem outras atividades econômicas”, pontuou.
O dirigente do PL enfatizou a impossibilidade técnica de ter intercedido em favor da instituição financeira no período em que chefiou o Ministério da Cidadania. “O mais grave é a tentativa de querer fazer alguma vinculação como se eu pudesse ter beneficiado a instituição financeira. Estou há cinco anos fora de mandato. Durante o governo do presidente Bolsonaro, nenhuma ação minha beneficiou a citada instituição. Até mesmo o decreto criando o consignado do Bolsa Família, sequer o Banco Master ou qualquer empresa vinculada se credenciou. Não há como fazer nenhum nexo causal disso porque não tive nem como beneficiar nenhuma instituição”, concluiu.