Governador lembrou que virou a eleição de 2022 no mesmo período e destacou o apoio de cerca de 300 prefeitos baianos à sua candidatura.
Durante a sabatina transmitida pela TV Aratu, o governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT) minimizou os levantamentos eleitorais que apontam cenário de disputa acirrada e empate técnico contra seu principal opositor, o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil). Questionado pelo jornalista João Pedro Pitombo (Folha de S.Paulo) sobre um possível desgaste de 20 anos do PT no poder estadual, Jerônimo resgatou o histórico do pleito de 2022, quando também figurava atrás nas pesquisas iniciais antes de vencer nas urnas.
Jerônimo destacou a consolidação de sua base política no interior baiano. “Nesta convenção que você participou neste sábado, a Convenção da Vitória, nós contabilizamos ali com a lista de presença quase 300 prefeitos presentes. Eu confio e gosto da relação com os ex-prefeitos, vereadores, a base que tá na ponta. Existe uma relação muito disputada no aspecto nacional e a todo tempo o meu opositor traz a disputa para o campo do estado”, pontuou o candidato.
O chefe do Executivo baiano elevou o tom contra ACM Neto, acusando-o de alinhamento com o bolsonarismo e de postura contrária aos interesses nacionais. “A Bahia sabe que o meu opositor, além de ser bolsonarista, ele é antilula. O time do meu opositor tá nos Estados Unidos fazendo uma campanha contra o Brasil. O boné que o time do ex-prefeito usa é o boné dos Estados Unidos, o boné do Tio Sam, não é o boné do Brasil. Eu tô muito convicto de que nós teremos que correr por essa Bahia adentro levando o nome do presidente Lula”, disparou Jerônimo.
A mobilização territorial e o alinhamento com as políticas soberanas do Governo Federal constam no Eixo 1 (“Amor, Democracia e Soberania Política”) e no Eixo 13 (“Gestão Democrática, Modernização do Estado e Participação Popular”) do programa de governo da coligação governista.