O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve embarcar para Nova York neste domingo (21) para participar da 80ª Assembleia Geral da ONU, que acontece entre os dias 22 e 24 de setembro. No entanto, a semana que antecede a viagem foi marcada por polêmicas envolvendo a emissão de vistos para autoridades brasileiras.
A discussão ganhou força após virem à tona informações sobre restrições impostas durante o governo Donald Trump, que adotou sanções diplomáticas, como a revogação de vistos, contra algumas autoridades do Brasil.
Apesar disso, Lula está com o visto válido e tem presença confirmada no evento. A dúvida agora gira em torno da comitiva presidencial, que pode ser reduzida caso alguns membros não consigam a liberação do visto a tempo por parte dos Estados Unidos.
Entre os que já conseguiram o visto está o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que teve o documento aprovado na quinta-feira (18). Ele foi convidado para participar, além da Assembleia da ONU, de uma conferência internacional promovida pela Opas (Organização Pan-Americana da Saúde).
“Recebi o visto hoje, o que é uma obrigação de um país que tem acordo de sede com organismos internacionais como a ONU e a Opas, e que, portanto, deve garantir o acesso”, afirmou Padilha após visitar o Centro Especializado em Reabilitação II/CEAL-LP, em Brasília.
