Salvador, 31/03/2026 13:56

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João Roma diz que Bahia virou “solo fértil para o crime organizado” e cobra mudança na política de segurança

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O pré-candidato ao Senado e ex-ministro da Cidadania, João Roma (PL), afirmou que a Bahia vive um cenário crítico na segurança pública e disse que o estado tem se tornado “um solo fértil para o crime organizado”. A declaração foi feita durante lançamento da chapa em Feira de Santana, realizado nesta segunda (30).

Roma ressaltou que a população tem convivido com episódios frequentes de violência, que já fazem parte do cotidiano “à plena luz do dia”, evidenciando falhas na condução das políticas de segurança. “A Bahia hoje enfrenta muitas decepções e calamidades na área da segurança. O crime organizado avança e a população sente isso no dia a dia”, afirmou.

Para Roma, é necessário enfrentar o tema com prioridade na Bahia e no Brasil e promover mudanças estruturais na política brasileira. “A gente precisa ter coragem de reconhecer que tem coisa errada acontecendo na Bahia e no Brasil. Só vamos viver momentos melhores quando tivermos disposição para mudar a política e enfrentar esse problema de frente”, disse.

Durante o discurso, Roma também ressaltou a importância de conscientizar a população sobre o cenário atual, especialmente diante do crescimento da sensação de insegurança.

“É fundamental levar essa mensagem para cada homem e cada mulher, para que entendam que a mudança passa por decisões firmes e por um novo rumo na forma de lidar com a segurança pública”, afirmou.

O ex-deputado lembrou que o sentimento predominante entre a população é de frustração com promessas não cumpridas, o que, segundo ele, reforça a necessidade de reconstruir a confiança na política.

“O que a gente vê hoje é um povo que já não acredita mais em promessas vazias. Principalmente os mais humildes, que esperavam melhorias e não viram essas mudanças acontecerem”, declarou.

Para Roma, o Brasil precisa retomar uma agenda que priorize a segurança da população e devolva ao cidadão a sensação de ordem e estabilidade. “A segurança pública precisa voltar a ser tratada como prioridade. O brasileiro quer viver sem medo, quer poder sair de casa com tranquilidade. E isso exige decisão, responsabilidade e mudança de rumo”, concluiu.

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