Salvador, 12/01/2026 08:04

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Governador da Bahia aposta em acordo entre Brasil e China para impulsionar investimentos no Estado

Jerônimo Rodrigues
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Durante visita técnica às obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), em Salvador, nesta terça-feira (29), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) revelou que acompanha com grande expectativa a possível formalização de um acordo bilateral entre Brasil e China, que envolve aportes estratégicos para o estado da Bahia. A assinatura está prevista para ocorrer entre os dias 12 e 14 de maio, durante encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Xi Jinping.

“Essa é minha maior expectativa nesses últimos dias: ver Lula e Xi Jinping assinando o documento e eu lá, pertinho, de olho, assistindo tudo isso”, afirmou Jerônimo, ao comentar os avanços nas tratativas com o governo chinês. A negociação foi intermediada pelo secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Afonso Florence, e contou com suporte técnico do Tribunal de Contas do Estado (TCE). De acordo com o governador, “a área técnica já assinou, nós já assinamos. Agora, só falta o governo chinês subscrever todo esse processo”.

O acordo prevê a ampliação de investimentos em infraestrutura e consolida avanços obtidos em áreas como energia e indústria automotiva, com destaque para o fortalecimento da presença de empresas chinesas no território baiano. A expectativa é de que a assinatura represente um marco na relação econômica entre o estado e o país asiático, ampliando oportunidades para novos projetos de grande porte.

Paralelamente, Jerônimo anunciou que prepara uma nova missão internacional aos Emirados Árabes Unidos, com foco na prospecção de investimentos estrangeiros. Ele relembrou a experiência anterior e os resultados obtidos: “A gente está colhendo os resultados disso. Agora, queremos fortalecer essa ponte internacional com a China e o mundo árabe”.

O chefe do Executivo estadual enfatizou que a ampliação da cooperação internacional com países estratégicos está entre as prioridades de sua gestão. A aproximação com a China e o mundo árabe é vista como uma alternativa sólida para impulsionar a industrialização regional, a modernização de serviços públicos e o fortalecimento das cadeias produtivas locais.

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