Salvador, 13/01/2026 01:16

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Em encontro do G20, Bruno Monteiro detalha ações de sua gestão à frente da Secretaria de Cultura 

Bruno Monteiro
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O secretário estadual da Cultura, Bruno Monteiro, marcou presença, nesta segunda-feira (4), na abertura do Seminário Internacional sobre Cultura e Mudança do Clima, realizado no Centro de Convenções de Salvador. O evento tem como foco explorar o papel das artes e tradições no debate sobre sustentabilidade ambiental. 

Em conversa com a imprensa, ele destacou a importância da realização do evento na capital baiana.

“É um orgulho muito grande para a Bahia receber um encontro dessa magnitude que reúne diferentes cosmovisões, diferentes pensamentos, lideranças da área cultural, dos países, das maiores economias do mundo, que vem a Bahia, inspirados aqui por toda a nossa força, por toda a nossa diversidade cultural, debater os rumos das políticas culturais nos próximos anos, especialmente a interface com a preservação ambiental. Isso tem muito a ver”, disse. 

“Nós, que aqui na Bahia, todo tempo, defendemos a territorialização da cultura e afirmamos que cultura é território, é preservação de identidades. Temos muito o que beber na fonte dos povos originários, das comunidades ribeirinhas, dos povos de terreiro, , que fazem suas manifestações culturais, as suas preservações identitárias, muito num contato e numa preservação da mãe-terra, como definiu Leonardo Boff”, acrescentou. 

“Então, esse encontro é um importante momento de troca de experiências para que nós saímos aqui mais fortes, mais afinados para os desafios que nós temos no próximo período. E que bom que é na Bahia, que é no Brasil que esse debate acontece, que nós temos certeza que esse cenário não só é inspirador, mas daqui teremos uma construção muito qualificada para as políticas culturais e para as políticas ambientais para o próximo período “, emendou.

Monteiro ainda defendeu o fato de o governo da Bahia focar as suas ações em um modelo de regionalização da cultura para fortalecer a identidade de cada território do Estado. 

“Nós enxergamos a cultura primeiro como um direito do povo. Então a cultura não é algo do governo, da gestão pública, ela é algo que está nas pessoas. O que a gestão pública precisa fazer é chegar junto, é criar os mecanismos para que essas manifestações culturais identitárias que estão em todos os lugares, aconteçam e se fortaleçam. E nós temos feito isso com uma política de democratização do acesso aos recursos, de acesso às políticas públicas, com a territorialização, mas sobretudo com respeito à valorização das diversidades culturais que a Bahia tem”, disse. 

“Então isso nos possibilita, por exemplo, um fomento que diversifica toda uma cadeia de fazendas culturais, das linguagens artísticas em todos os territórios, nos municípios da Bahia como um todo. E com isso se desenvolve uma série de outros serviços de pessoas envolvidas, de profissionais que passam a integrar projetos culturais. Então tudo é parte de um mesmo processo”, emendou. 

“O que nós queremos no momento como esse, a partir do trabalho que vem sendo desenvolvido ao longo dos últimos anos, é fortalecer cada vez mais as políticas para que tenhamos um alinhamento que vem dos municípios, do Estado, do governo federal e também com outros países, para que especialmente as políticas de formação em artes, de preservação patrimonial e de desenvolvimento da economia criativa, especialmente desse mercado todo de trabalho, mercado econômico que se desenvolve a partir da cultura, saiam fortalecidos, e que aqui na Bahia nós possamos escolher cada vez mais”, finalizou.

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