Salvador, 21/08/2026 16:35

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Éden Valadares: “Quando a política adentra a porta de um tribunal, a Justiça sai pela janela”

Foto: Divulgação
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Existe um saber popular que nunca falha: “Quando a Política adentra a porta de um tribunal, a Justiça sai pela janela.”

Toda eleição no Brasil a cena se repete e ataques mentirosos ao Presidente Lula extrapolam os limites eleitorais, transformando em alvos sua vida pessoal, seus amigos e sua família.

Fábio da Silva — sim, o nome dele é Fábio e é assim que é chamado pela família, “Lulinha” é invenção da oposição que a imprensa embarcou — já foi personagem de tudo quanto é Fake News. Sócio da JBS, dono do rebanho da Friboi, até proprietário de uma Ferrari de ouro ele já foi.

Nas últimas semanas ele vem sendo atacado pelo covarde expediente do vazamento seletivo de supostas informações. É covarde porque ele já se colocou à disposição da Justiça para prestar quaisquer esclarecimentos e nunca foi chamado; é covarde porque, assim, não lhe é dado o direito de defesa.

Segundo a PGR, órgão responsável por oferecer denúncia, nada que Fábio fez gerou contrato com o governo. Mas de acordo com os tais novos vazamentos, novamente seletivos e de novo durante o período eleitoral, Fábio teria atuado em “comunhão de interesses econômicos”. Mas comunhão de interesses econômicos é crime? Não. Na boa, isso parece a versão 2026 da Teoria do Domínio do Fato ou do Não Temos Provas, mas Temos Convicção, né?

O fato é que a representação contra Fábio está sob sigilo para ele mas público para os jornais. E segundo essa mesma representação sigilosa, ele figuraria como suspeito em um inquérito sobre tráfico de influência. Suspeito. Não denunciado. E sem acusação formal, como ele pode se defender?

Aqui vai uma dica:

Fábio da Silva colocou seu sigilo bancário à disposição. Flávio Bolsonaro não. Quem não deve, não teme, nem precisa esconder nada. Nem na vida nem sobre o filme.

Lulinha abriu suas contas. Bolsonarinho não.

Abre o sigilo e mostra as contas, Flávio!

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