Salvador, 18/03/2026 16:45

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“É um governo que não sente as dores do povo”, diz ACM Neto após aumento de combustíveis na Bahia

Foto: Divulgação
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O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, criticou a omissão do governo da Bahia após o novo aumento nos preços dos combustíveis no estado. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele atribuiu a alta não apenas ao cenário internacional, mas também à atuação do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

A declaração ocorre após a Refinaria de Mataripe, administrada pela Acelen, oficializar um reajuste nos preços da gasolina e do diesel para as distribuidoras. O aumento chega a até 20% no caso do diesel e acompanha a instabilidade no mercado internacional de petróleo, influenciado por conflitos no Oriente Médio.

No vídeo, ACM Neto afirmou que o impacto para os baianos é ainda maior por problemas locais. “É um governo que não sente as dores do povo. Gente, não bastasse aos baianos o castigo da carestia nas feiras, nos supermercados e nos shoppings, vem agora o aumento do preço dos combustíveis”, disse.

Ele também criticou o que classificou como omissão do governo estadual diante da alta nas bombas. “O recente aumento do preço dos combustíveis é causado de fato pela guerra lá no Oriente Médio. Mas o que aconteceu nos últimos dias nas bombas dos postos da Bahia é também efeito de outra guerra, essa bem baiana”, afirmou.

Segundo ACM Neto, houve remarcação de preços nos postos antes mesmo da chegada de novos estoques. “Passaram a vender combustível velho com preço novo. O que fez o governo? Reprimiu este crime contra a economia popular? Multou os postos? Que nada. Ficou de braços cruzados”, declarou.

O ex-prefeito ainda relacionou o preço dos combustíveis a outros indicadores do estado. “É assim que o governo Jerônimo age em tudo, porque é um governo que não sente as dores do povo. É por isso que a violência tomou conta do nosso estado e temos o maior número de homicídios do país”, disse.

Ao final, ACM Neto afirmou que a situação pode mudar no futuro. “Ter a gasolina mais cara do país é apenas mais uma gota nesse oceano amargo. Mas, se Deus quiser, isso vai mudar”, concluiu.

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