Salvador, 07/06/2026 16:05

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CEO da AtlasIntel diz que atuação em eleições pelo mundo ajudou instituto a aprimorar previsões

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O CEO da AtlasIntel, Andrei Roman, atribuiu o desempenho da empresa em disputas eleitorais à experiência acumulada em diferentes países e ao aperfeiçoamento contínuo de suas ferramentas de inteligência de dados. Segundo ele, a exposição a contextos políticos variados tem permitido ao instituto refinar metodologias e aumentar a capacidade de identificar tendências do eleitorado.

A avaliação foi feita nesta segunda-feira (1º), durante o fórum “Diálogos que Transformam”, realizado no Bistrot Trapiche Adega, em Salvador. Na ocasião, Roman destacou que a empresa tem atuado em processos eleitorais em diversas regiões do mundo, utilizando essas experiências para testar e ajustar seus modelos de análise.

Ao defender a metodologia da AtlasIntel, o cientista político comparou o processo de aprimoramento dos sistemas de pesquisa à rotina de atletas submetidos a competições frequentes.

“A gente está cobrindo muita eleição. Inclusive, essa semana tivemos uma eleição na Colômbia. Foi semelhante à eleição aqui na Bahia, mas acabou tendo um diagnóstico completamente diferente de todas as outras empresas que a gente conseguiu acertar. Antes disso, nós fomos na eleição da Hungria; antes disso, fomos na eleição da Guiana. Quando você testa a sua empresa, a sua máquina de inteligência em contextos adversos, portanto, com frequência, você melhora. É como um atleta que sempre tem prova. Um atleta que tem prova com muito mais frequência que o outro, provavelmente se torna mais competitivo e mais procurado para competir”, argumentou o CEO.

Roman afirmou que a ciência de dados aplicada ao comportamento eleitoral exige adaptações permanentes e aprendizado constante. De acordo com ele, cada disputa funciona como uma oportunidade para revisar procedimentos, corrigir falhas e aperfeiçoar modelos analíticos.

O executivo ressaltou que a atuação da empresa em países da América Latina, da Europa, da África e nos Estados Unidos ampliou a capacidade do instituto de compreender diferentes dinâmicas sociais e políticas, contribuindo para o desenvolvimento das ferramentas utilizadas atualmente.

“Essa é a nossa experiência internacional, a experiência que a gente acumulou na América Latina, nos Estados Unidos, na Europa, e tem países da África. Isso tudo nos expõe a contextos sociais e políticos diversos, e fez também com que a gente pudesse aprender com os nossos erros. A política, como qualquer coisa, é um fenômeno humano e social. Então, é um momento extremamente complicado, muita coisa pode dar errado, e esse é um dos riscos que você assume no início de um projeto eleitoral. A gente conseguiu testar essas engrenagens, aprender com os exercícios e aprofundar nossa literatura de pesquisa”, concluiu Andrei Roman.

andre
Jornalista com experiência nas editorias de esporte e política, com passagens pela Premier League Brasil, Varela Net e Prefeitura Municipal de Laje. Apaixonado por esportes e música.

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