Salvador, 13/01/2026 15:57

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Bruno Reis mira Jerônimo ao comentar provocação de deputado do PT acerca do cumprimento de promessas: “tem que fazer o levantamento do Governador”

Bruno Reis
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O prefeito Bruno Reis (União Brasil) comentou sobre pesquisa feita pelo  G1 que revela que ele cumpriu 33 das 54 promessas de campanha em seu primeiro mandato. Ele criticou a metodologia usada e disse  que parte das 18 promessas que segundo o site ainda não foram cumpridas estão em andamento e devem ser entregues o mais breve possível.

“Eu fui o prefeito entre as 10 maiores capitais do país a cumprir mais promessas. As outras não foram cumpridas, porque cinco estão em cumprimento e temos outras em andamento. Por exemplo, eles colocam a proposta de criação da escola para crianças com o espectro autista como não cumprida, mas no Curralinho tem uma escola que está 90% concluída, só não consegui entregar até o dia 31 porque tivemos que relicitar a obra por conta de um problema na fundação. O viaduto em frente ao Detran, que devo inaugurar dia 1º de fevereiro, antes da festa de Iemanjá, está como não cumprida. Não tenho dúvidas que quando nos entregarmos os projetos que estão em curso, tenha certeza que nós vamos chegar a quase 100% dos compromissos assumidos”, afirmou o prefeito cobrando um levantamento do governador.

O prefeito falou ainda que a expectativa para o seu segundo mandato e, sem citar nomes, alfinetou o vice-governador Geraldo Júnior (MDB), seu adversário nas urnas em outubro.

“Eu conheço de gestão pública e ainda mais essa cidade. Pode ter alguém que conhece a cidade como eu conheço, mas mais do que não, eu desafio. Eu ensino as pessoas que trabalham comigo a chegar e sair dos bairros pelo caminho mais rápido. Tem gente aí que se você soltar em algum bairro, só sai se tiver Waze para poder voltar para o Centro da cidade. E ainda ficar falando em ser prefeito”, disse.

Em seguida, o prefeito usou um jargão de Geraldo para provocá-lo. “Eu conheço mais a cidade, sei que não vou enfrentar uma crise como foi a pandemia e nem as próprias turbulências políticas. Quando você é reeleito, você deixa de ser alvo. As forças ocultas não vão me atrapalhar. Agora só em 2030, então não vou ter ninguém jogando casca de banana para eu pisar e nem ninguém querendo puxar o meu tapete”, ironizou.

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