Salvador, 24/08/2026 18:26

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“Brincar na internet não dá direito de ser presidente”, critica Lula sobre ‘lacração’ política

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Presidente relembrou embates eleitorais históricos contra Covas, Brizola e Serra para apontar queda de nível e superficialidade no debate atual.

Em reflexão sobre sua trajetória política durante entrevista gravada no Palácio da Alvorada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva traçou um paralelo entre as disputas eleitorais das últimas décadas e o formato atual das campanhas digitais, marcado pela busca de engajamento a qualquer custo.

Lula afirmou sentir saudades de debates travados com figuras tradicionais da política brasileira: “Eu tenho saudade do tempo que eu disputava eleições com o PSDB, com Fernando Henrique Cardoso, Serra, Alckmin… A primeira eleição que participei era Aureliano Chaves, Ulysses Guimarães, Paulo Maluf, Leonel Brizola, Afif Domingos, Mário Covas. Foi piorando o quadro. Hoje você percebe que diminuiu a estatura dos políticos que disputam a eleição”.

O mandatário criticou o protagonismo da provocação vazia nas redes sociais: “Tem gente que acha que pode ser candidato por causa da internet. Tem gente que acha que brincar na internet ou lacrar na internet dá a ele o direito de ser presidente da República. Ser presidente é diferente: é tomar decisões sérias. O nível da política caiu muito”.

Jornalista, escritor e estrategista de comunicação. Profissional de visão analítica e atuação multidisciplinar, forjou-se na redação do Grupo A Tarde (jornalismo popular e cidade) e na comunicação institucional da AGERBA. Alia o faro investigativo ao rigor técnico, com experiência em coleta e análise de dados primários e econômicos para órgãos públicos. Em sua trajetória, comandou a assessoria de imprensa e a gestão de redes sociais em campanhas políticas para bases superiores a 300 mil seguidores. É especialista em redação SEO e copywriting, produzindo textos e conteúdos corporativos para gigantes do mercado (como Bradesco e Odebrecht), além de atuar como estrategista na elaboração de centenas de projetos institucionais e ESG de alto impacto para captação de recursos. No mercado editorial, codirige um empreendimento ligado a uma fraternidade esotérica e já assinou a edição final e a revisão de dois livros publicados.

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