Em entrevista à Rádio Baiana FM, deputado estadual do União Brasil destaca o prestígio municipalista do senador no interior e projeta novas adesões de prefeitos.
As articulações políticas e os bastidores das alianças regionais voltadas à eleição para o Governo da Bahia ganharam novos contornos nas declarações do deputado estadual Sandro Régis (União Brasil). Em entrevista concedida à Rádio Baiana FM nesta quinta-feira (30), o parlamentar exaltou a força política agregada pela chegada do grupo liderado pelo senador Angelo Coronel (PSD) ao projeto encabeçado pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil).
Ao analisar a influência de Coronel nas bases municipais, Régis destacou a capacidade de articulação do senador e o impacto direto do volume de recursos federais destinados por ele aos municípios baianos ao longo do mandato parlamentar.
“Nós trouxemos um senador, um dos senadores mais respeitados hoje no interior da Bahia. Foi o senador que mais destinou emendas para os municípios baianos. Um senador que vem com um filho que é deputado federal, que será um dos mais bem votados do estado; um filho que é deputado estadual, que será um dos mais bem votados do estado”, afirmou Sandro Régis, em referência às candidaturas de Diego Coronel à Câmara dos Deputados e de Angelo Coronel Filho à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
O deputado estadual também rebateu análises que minimizam o peso das lideranças do interior no pleito e confirmou diálogos intensos para ampliar a base de apoio a ACM Neto entre os gestores municipais. Régis pontuou que o calendário eleitoral oficial ainda reserva espaço para novas movimentações de bastidor antes do início formal da propaganda partidária.
“Estamos conversando com muitos prefeitos, sim. Só que vocês têm que entender que a campanha nem começou, é a partir do dia 15 de agosto. Então, até o dia 15 de agosto, amigo, pode ter muitas surpresas”, projetou o líder oposicionista na ALBA.
Sandro Régis enfatizou ainda a projeção nacional do senador baiano, lembrando sua passagem pela presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional. “Agora, você não pode dizer que um senador que foi o presidente da Comissão de Finanças do Orçamento do Senado Federal, que comandou o orçamento do país, não tem um peso grande nessa eleição”, concluiu.