Senador minimizou a falta de unidade no grupo de ACM Neto e defendeu a liberdade de escolha dos aliados políticos durante o 2 de Julho.
O senador Angelo Coronel (PSD-BA) comentou nesta quinta-feira (2), durante o cortejo cívico do 2 de Julho, em Salvador, a pulverização de apoios dentro do grupo político de oposição liderado pelo ex-prefeito ACM Neto (UB). Questionado sobre a decisão do ex-prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (UB), de apoiar Flávio Bolsonaro, o parlamentar tratou a dissidência com naturalidade.
“Cada um expressa o seu sentimento, a vontade de apoiar quem bem quer e quem bem entender”, declarou Coronel aos jornalistas.
Para o senador, a presença de diferentes presidenciáveis no desfile e as diversas inclinações dos aliados locais refletem a dinâmica partidária deste ano eleitoral. Ele citou as articulações envolvendo outras lideranças nacionais, como os governadores de Minas Gerais e Goiás, que também buscam palanque na Bahia. “Você tá vendo aqui o Zema aqui também que hoje, tem um grupo ligado a Neto também que apoia o Zema. Como tem grupo ligado a Neto que apoia Flávio, outros apoiam Caiado. Faz parte”, explicou.
Coronel finalizou sua fala rechaçando a ideia de imposição de candidaturas dentro das alianças regionais. “Aqui ninguém tem cabresto, nem cabeção, nem rédea, para seguir só um caminho”, arrematou o parlamentar.