Mais de 2 milhões de pessoas no enclave dependem da Unrwa para sobreviver enquanto a guerra e o deslocamento continuam; chefe da entidade pede que países reconsiderem cortes.
Brasil
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Mais de 2 milhões de pessoas no enclave dependem da Unrwa para sobreviver enquanto a guerra e o deslocamento continuam; chefe da entidade pede que países reconsiderem cortes.
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