Salvador, 12/01/2026 11:27

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Afonso Florence rebate críticas e defende modelo de concessões em obras como a nova rodoviária e a ponte Salvador-Itaparica

Afonso Florence
Reprodução | Redes Sociais
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O secretário da Casa Civil da Bahia, Afonso Florence (PT), saiu em defesa dos principais projetos de infraestrutura conduzidos pelo Governo do Estado e rebateu críticas feitas pela oposição, com destaque para os questionamentos sobre a ponte Salvador-Itaparica e a nova rodoviária da capital. As acusações de superfaturamento, segundo ele, são infundadas e desconsideram o modelo de execução adotado pelo Estado.

De acordo com Florence, os empreendimentos não seguem o formato tradicional de obras públicas. Ele explicou que tanto a ponte quanto a nova rodoviária foram estruturadas via concessões e parcerias público-privadas (PPPs), o que significa que o Estado não realiza pagamento direto às empresas como em licitações convencionais. Para o secretário, os ataques políticos ignoram as particularidades desse modelo e se baseiam em interpretações equivocadas.

A ponte Salvador-Itaparica, alvo de críticas frequentes por parte de figuras da oposição, como o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), também foi defendida por Florence. Ele esclareceu que o contrato ainda estava em fase inicial quando as primeiras contestações surgiram e que, em modelos de concessão, é a empresa responsável pela obra quem deve elaborar o projeto executivo. Por isso, disse ele, alegações de ausência de projeto são descabidas e demonstram desconhecimento da legislação.

O secretário também frisou que os contratos foram firmados com acompanhamento de órgãos de controle, como o Ministério Público de Contas e o Tribunal de Contas do Estado (TCE). Ele garantiu que todas as etapas da execução serão transparentes, com prestação de contas pelas empresas responsáveis. Segundo Florence, o governo tem atuado com responsabilidade e diálogo institucional para garantir a lisura e a eficiência dos projetos.

Para ele, os investimentos realizados por meio de PPPs representam uma alternativa eficaz para acelerar obras estruturantes, com impacto direto na qualidade de vida da população. Florence assegurou que todos os equipamentos entregues ao final dos contratos beneficiarão os cidadãos e serão acompanhados de perto pelo poder público ao longo da execução.

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