Questionado sobre novas denúncias envolvendo o Executivo municipal da capital, o titular das Relações Institucionais evitou julgamento prévio.
O novo escândalo político que atingiu a prefeitura de Salvador nesta segunda-feira (13), culminando no afastamento do secretário responsável pelas prefeituras-bairro e de um vereador da base aliada ao prefeito Bruno Reis (União Brasil), repercutiu nos bastidores da plenária governista. Interpelado pela imprensa sobre os impactos éticos do episódio na capital, o secretário estadual Adolpho Loyola preferiu adotar uma postura de prudência institucional.
Diferente do tom de enfrentamento político adotado nas demais respostas, o titular da Serin evitou se aprofundar nos detalhes da investigação criminal, defendendo que a apuração cabe estritamente aos órgãos de controle e ao Poder Judiciário. “Eu vejo um caso de polícia. Eu acho que a gente tem que aguardar a justiça fazer todas as investigações para depois a gente poder… Nós não queremos fazer nenhum julgamento prévio”, ponderou Loyola.
O secretário encerrou ressaltando que o avanço dos procedimentos investigativos é o melhor caminho para trazer respostas claras ao contribuinte soteropolitano. “Acho que a justiça, os órgãos competentes têm que fazer as investigações necessárias para que a gente possa esclarecer isso, e os acusados possam também se defender”, concluiu.