O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Adolfo Menezes (PSD), realizou nesta terça-feira (3) um almoço com a imprensa e falou sobre as movimentações para a formação das chapas majoritárias para as eleições de 2026.
Na oportunidade, Menezes defendeu a união dos partidos que integram o grupo político que governa a Bahia há quase 18 anos.
“É claro que a política não para, mas ainda está muito precoce falar sobre 2026. O tempo vai passar e, à medida que ele passar, as discussões sobre a formação de chapas vão se intensificar. No entanto, acredito que o sucesso desse grupo está na união e na divisão do espaço. Não adianta querer abocanhar tudo, isso não trará sucesso. A composição entre os principais partidos é o que fez com que o governador Jaques Wagner e outros, como o ex-governador, conseguissem se manter no poder por tanto tempo”, afirmou.
“Esse grupo, quando unido, tem força. O PT tem o direito de manter a vaga de governador, e acredito que Wagner, como senador, também vai manter sua posição. As composições virão com o tempo, e acredito que todos terão juízo para isso”, emendou.
Adolfo Menezes ainda desconversou sobre quais deverão ser os candidatos do grupo para o Senado. Até o momento, três nomes disputam duas vagas. São eles: os senadores Jaques Wagner (PT) e Ângelo Coronel (PSD), além do ministro da Casa Civil, Rui Costa, que é filiado ao PT.
“O PSD é o maior partido da Bahia e tem a maior capilaridade, com muitos prefeitos. Acredito que a vaga do Senado deve ficar com Otto Alencar, que já tem uma trajetória consolidada. A política é muito dinâmica, mas, em minha opinião, o espaço será mantido por ele”, disse.
