Chefe de Gabinete de Jerônimo Rodrigues destacou aliança construída com mais de 350 prefeitos baianos e afirmou que práticas arcaicas pertencem à oposição.
O coordenador da campanha de Jerônimo Rodrigues (PT) e chefe de Gabinete do Governo da Bahia, Adolpho Loyola, rebateu as críticas da oposição sobre a relação do Palácio de Ondina com as lideranças municipais do interior. Em entrevista ao programa Piatã Notícias, da Rádio Piatã FM, Loyola foi questionado sobre cidades onde prefeitos declaram apoio a Jerônimo, enquanto vereadores e vice-prefeitos marcham com ACM Neto (União Brasil). O dirigente foi taxativo ao assegurar que o governo respeita a autonomia das forças locais e não impõe lealdades forçadas.
“Nós temos deixado muito claro para os prefeitos, e eles sabem disso, a retribuição do trabalho. Acho muito ruim para a política você ficar incitando traições. Tem uma frase célebre de Leonel Brizola de que a política adora a traição, mas odeia os traidores. Estamos muito tranquilos com a aliança que temos com os prefeitos; não são alianças eleitorais, são alianças de projetos e desenvolvimento do município. Nós não amarramos ninguém, não pedimos a ninguém para votar com a gente a pulso. Vota e trabalha conosco quem quer. Somos filhos da democracia”, declarou Loyola.
O secretário refutou a acusação de adversários de que o PT estaria reproduzindo práticas coronelistas no sertão baiano. “O coronelismo é de lá, não é de cá! Nós não temos essa característica e eles sabem disso. Sabem a forma republicana como a gente trata prefeitos, vereadores e lideranças. Quem não estiver contente, vá para lá! A pior coisa do mundo é você estar onde não se sente bem. Nosso grupo é muito grande, são oito partidos e mais de 350 prefeitos que caminham conosco pelo trabalho demonstrado”, concluiu.