O prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, afirmou que pretende avançar nas negociações com empresários internacionais interessados em instalar empreendimentos no município. As conversas incluem informações sobre infraestrutura, oferta de terrenos e incentivos fiscais, segundo o gestor, que concedeu entrevista à rádio Piatã nesta sexta-feira (6).
Entre as dúvidas apresentadas pelos investidores estão as condições de fornecimento de energia e água, além das regras tributárias e dos custos para implantação de empresas. Caetano citou questionamentos sobre IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), ISS (Imposto Sobre Serviços) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
“Eles querem saber do terreno, como é a questão da energia, da água, dos impostos, dos incentivos fiscais, das taxas, do IPTU, ISS, ICMS. Tudo isso eles querem ter mais detalhes, mais segurança, para que possam realmente chegar até o município e, consequentemente, instalar suas empresas lá em Camaçari”, declarou.
O prefeito disse que permanecerá por mais dois dias em reuniões com representantes do setor empresarial. A intenção é esclarecer as condições oferecidas pela cidade e dar segurança aos possíveis investidores para que as tratativas avancem.
Caetano fará reunião com secretariado por videoconferência
Durante a entrevista, o prefeito também informou que pretende reunir o secretariado municipal por videoconferência enquanto estiver fora de Camaçari. A administração da cidade está temporariamente sob responsabilidade da pastora Dé.
“Vou fazer uma reunião do secretariado pela rede social, fazer uma videoconferência com o secretariado, lá junto com a pastora Dé, que está assumindo o município nesse período que eu me afastei”, afirmou.
Caetano disse que o encontro servirá para acompanhar o andamento da gestão e alinhar as ações da administração municipal durante sua ausência. Ele também elogiou a atuação da responsável pelo comando da prefeitura no período.
“Tenho certeza de que Dé está fazendo um bom trabalho, mas reforçar também nunca é ruim. É bom a gente estar sempre presente”, disse.