Deputado foi um dos autores do Requerimento de Informação 2.855/26, que cobrou explicações do Ministério da Justiça sobre a mudança na classificação indicativa das animações infantis.
O deputado federal Márcio Marinho (Republicanos/BA) comemorou a decisão do Ministério da Justiça de restabelecer a classificação indicativa livre dos desenhos bíblicos exibidos no programa Record Kids, da TV Record. Com a revisão, as animações deixam de ter a classificação de 12 anos, atribuída anteriormente, e voltam a ser recomendadas para todas as idades.
Márcio Marinho foi um dos autores do Requerimento de Informação 2.855/2026, apresentado na Câmara dos Deputados, que cobrou esclarecimentos do órgão sobre os critérios utilizados na reclassificação. A iniciativa buscou obter explicações sobre a aplicação das regras de classificação indicativa a um conteúdo infantil dedicado à transmissão de histórias e ensinamentos bíblicos.
Na revisão, o próprio Ministério da Justiça reconheceu que a análise anterior não havia aplicado integralmente a metodologia prevista no Guia Prático de Classificação Indicativa, publicado em 2025. Entre os aspectos considerados na nova avaliação estão o contexto cultural e religioso das narrativas, a linguagem visual das animações e o caráter fantasioso das cenas retratadas.
Para Márcio Marinho, o restabelecimento da classificação livre representa uma vitória para as famílias brasileiras e reforça a importância de critérios técnicos equilibrados, que considerem também as manifestações religiosas e culturais na avaliação de conteúdos destinados ao público infantil.
“Foi uma resposta às famílias brasileiras que querem que seus filhos tenham acesso a esse conteúdo. É importante que a classificação indicativa seja aplicada com equilíbrio e respeito à liberdade religiosa e cultural”, destacou o parlamentar.
Com a decisão, os desenhos bíblicos voltam a ter classificação livre, podendo ser recomendados para espectadores de todas as idades.