Prefeito exibiu notificações enviadas às concessionárias para reforçar a frota e afirmou que exigirá a identificação do operador citado na representação eleitoral
O prefeito Bruno Reis classificou como juridicamente descabida a petição protocolada pela Federação Brasil da Esperança que pediu sanções contra a prefeitura por suposta retenção de ônibus. O gestor revelou que o processo se fundamentou em relato de um operador sem identificação funcional.
O gestor detalhou as medidas judiciais que a Procuradoria Geral do Município adotou:
“Eu acho que é desarrazoado, não posso deixar de deixar isso claro. A notificação por parte do Tribunal Regional Eleitoral foi fundamentada por um possível operador, que você não sabe se é funcionário da prefeitura ou da empresa, que não está identificado e não tem qualificação. Nós já representamos no processo pedindo que a coligação do PT determine quem é a pessoa, para não caracterizar litigância de má-fé. Caso não identifique, vamos pedir crime de responsabilidade; se identificar, vamos pedir que a pessoa prove o que está afirmando. A prefeitura tomou todas as providências: eu tenho aqui várias notificações feitas durante a manhã para que as empresas ampliassem a frota”, pontuou Bruno.