Candidato rechaçou corte de benefícios, prometeu mobilidade social para romper dependência do Estado e puxou coro de “Volta, Bolsonaro” para o pai em prisão domiciliar
A continuidade dos programas de assistência social e a defesa da autonomia financeira da população de baixa renda pautaram o discurso de Flávio Bolsonaro (PL) na reta final de sua participação no “Bloquinho 22”, na noite deste sábado (17), em Salvador. Em resposta às advertências de adversários sobre eventuais cortes de transferências de renda, o presidenciável garantiu a preservação e a correção monetária do Bolsa Família e incentivou os eleitores coagidos politicamente a exercerem o direito do voto secreto nas urnas.
Flávio orientou os eleitores a não cederem a pressões nas bases municipais.
“Você que hoje é oprimido por essas pessoas: não tenha medo de votar no 22! O voto é secreto! Você pode ir naquela urna, votar 22, sair de lá e vai ser feliz sem que ninguém saiba em quem você votou. Não deixe ninguém te ameaçar! E eu vou cuidar do povo brasileiro. Você que recebe Bolsa Família: eu vou cuidar de você, tá garantido, eu vou garantir o reajuste”, enfatizou.
O senador defendeu um modelo econômico voltado ao empreendedorismo e à emancipação das classes populares.
“Só que eu vou fazer muito mais do que isso. Vocês verão o governo, Neto, que vai fazer o maior programa de mobilidade social do mundo! No meu governo eu vou fazer de tudo para o pobre ficar rico, enquanto o atual governo faz de tudo para o pobre ficar miserável e dependente do governo!”, completou o candidato, antes de puxar um coro de “Volta, Bolsonaro” em homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro.