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Flávio Bolsonaro, Raissa Soares e Eduardo Bolsonaro homenageiam Netinho

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Aliados do bolsonarismo lamentaram a morte do cantor baiano nas redes sociais e destacaram sua trajetória na axé music e seu posicionamento político

A morte do cantor Netinho repercutiu entre representantes do bolsonarismo nesta terça-feira (13). O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), a deputada federal eleita Raissa Soares (PL) e o senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) usaram as redes sociais para prestar homenagens ao artista, que morreu após enfrentar um linfoma não Hodgkin.

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo publicou uma mensagem de despedida no X. “Que Deus o receba em sua eterna bondade. Descanse em paz, Netinho”, escreveu.

Raissa Soares também se manifestou e enviou uma mensagem de solidariedade aos familiares, amigos e fãs do cantor. Na publicação, a parlamentar destacou tanto a contribuição de Netinho para a música brasileira quanto sua atuação política.

“Sua música fez parte da vida de tantos brasileiros, e sua coragem de defender aquilo em que acreditava merece ser lembrada. Que Deus os sustente nesta despedida. Vá em paz, patriota”, publicou.

Já Flávio Bolsonaro classificou Netinho como “um dos grandes nomes do axé” ao lamentar a morte do artista em uma publicação no X.

Trajetória na música e na política

Natural de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, Netinho ganhou projeção nacional nos anos 1990, à frente da Banda Beijo e, posteriormente, em carreira solo. Entre seus maiores sucessos estão “Milla”, “Beijo na Boca” e “A Vida É Festa”, músicas que marcaram a história da axé music.

Nos últimos anos, o cantor também passou a ter maior visibilidade pelo alinhamento político com Jair Bolsonaro. Em 2022, disputou uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PL, mas não foi eleito.

Netinho participou de manifestações conservadoras e esteve com Bolsonaro no Palácio da Alvorada, em Brasília, em julho de 2020. No ano seguinte, cantou “Milla” durante um ato pró-Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo. A apresentação provocou críticas do compositor Manno Góes pelo uso da música no evento.

O cantor enfrentava um linfoma não Hodgkin desde 2025. Após uma melhora inicial, anunciou a recidiva da doença em 2026 e retomou o tratamento. Ele estava internado em Salvador desde o fim de setembro.

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