Ex-ministro da Cidadania destacou na CBN Salvador que plano de Flávio Bolsonaro prevê redução de pastas em contraste com inchaço do governo do PT e desmentiu boatos sobre fim do SUS.
Ao responder sobre os rumores de que a Bahia poderia emplacar até três ministérios na Esplanada em caso de vitória de Flávio Bolsonaro (PL), o ex-ministro João Roma descartou a tese de inflacionamento de pastas e alertou para a política de austeridade do plano federal de governo.
“Não tenho como confirmar isso. A tendência do presidente Flávio Bolsonaro será diminuir o número de ministérios, exatamente o oposto do atual governo, que inflou a estrutura administrativa e elevou gastos públicos às custas do cidadão. Portanto, não vejo esse excesso de pastas disponíveis para distribuição. A nossa preocupação não é com quantidade de cargos, mas com projetos estruturantes e investimentos federais diretos no estado”, pontuou Roma.
O dirigente do PL aproveitou a entrevista para rechaçar narrativas adversárias veiculadas na campanha do segundo turno. “Estamos vendo um jogo baixo desprovido de decência. Falam absurdos como o suposto fim do SUS, um sistema consolidado há quatro décadas. O compromisso de Flávio é modernizar a saúde pública e garantir atendimento de qualidade à população”, sustentou.